7 de setembro de 2009

E o melhor fica para o fim...

Não contei, conto agora:
Na viagem entre Lisboa e Gibraltar, já noite cerrada e ao largo de Sines, o Pacific Dream parou.
Tratava-se de uma situação de perigo: quatro pescadores portugueses num bote, naufragados, pediam ajuda ao navio.
E naturalmente o navio procedeu ao seu resgate, salvando-os das ondas agrestes.
Foi um momento intenso, mas que nos deixou de bem com o mundo.

2 comentários:

Mariz disse...

Salvé Tony

Grata pelos comentários, mas á estou recupeada. Sabe? ido be com oque nrmalmente se chama "orte". É que as pesoas nunca e vão para sempre..apenas largam esa matéria físia..e eu já fui levada aomundo das almas quando estive quse a morrer..daí que não tenha med e saiba que todos esperam um dia...mas sentir sinto-os...vejo-os em sonhos e falo-lhes muitas vezes.
Precisamos trabalhar o desapego. porque nunca há uma perda...faz de conta que eles foram de viagem e um dia encontrar-nos-emos de novo.. devemos ajudá-los a despegarem-se daqui, deste plano, e de nós, porque eles necessitam de disciplina porque a sua evolução continua.
Se vivermos agustiados e com o pensamento neles, isso sente-se e eles sofrem. Por issofaço os possíveis por ão me lembrar e oro. co serena e em pax.

Quanto a este post deveria ter sido um susto e tanto...o que seria que a suas almas precisaram alertá-los, para ter acontecido algo tao violento?
Nada "acontece por acaso",São tudo "sinais" que se devem atender e perceber o porquê de acontecerem. Normalmente a causa primeira e peso que única é o desvio ou afastamento das pessoas em relação á sua Essência. Esquecimento do seu SER, logo, da FONTE que os/nos habita!

Deixo o melhor abraço
Sempre..
Mariz

pin gente disse...

"tudo está bem quando acaba bem"

um abraço